Escritora Online

Este é um espaço para falar da vida de nós, escritores.Todas as dificuldades e delícias desta vida tão solitária e ao mesmo tempo tão prazerosa.

Sociabilidade é primordial

28 28UTC agosto 28UTC 2008

Josie Geller do filme Nunca Fui Beijada. Me identifico

muito com ela.

 

Comumentemente, os escritores são pessoas solitárias, pessoas que passam a maior parte do tempo dentro de um cômodo escrevendo suas histórias. Muito difícil você encontrar um escritor que seja rueiro, que saia muito, que seja demasiadamente sociável. Geralmente, eles têm uma certa dificuldade de se sociabilizarem.

A convivência com as outras pessoas é difícil para nós, porque somos muito sensíveis. A menor coisa já nos deixa triste, magoado, irritado. Então preferimos viver no nosso mundinho paralelo, o mundo que nós criamos, em que só acontece o que nós permitirmos.

O problema é que, para um escritor, a sociabilidade é primordial, porque o escritor precisa saber como as pessoas falam e como se comportam perante as outras pessoas e as situações para poderem criar personagens mais realistas.

O que encanta o público é justamente isso: personagens que são como gente comum, que falam como gente comum, que se comportam como gente comum, pois eles se identificam com eles. "Aquele personagem é igual a mim", "Tal personagem tem o mesmo jeito de ser que eu", eles dizem. Então isso faz com que o leitor tenha um envolvimento bem maior com a trama.

Eu, em particular, tenho muita dificuldade para me sociabilizar com as outras pessoas, por N motivos. Eu até tento mudar, mas, na primeira queda, já me acomodo e volto ao ponto de partida. Na verdade, sou muito imediatista, e, como os resultados não aparecem logo, eu deixo pra lá. Outro dia eu tento de novo e acontece a mesma coisa. E assim nós vamos até o dia que eu tiver paciência para esperar que os resultados venham.

Eu reconheço que a socialização é primordial. Portanto, eu aconselho vocês a saírem de casa, a conversarem com os amigos, ir a festas, a shows, praia, cinema. Saiam! Vejam e conversem com outras pessoas. Preste atenção em como elas falam, como se vestem, como se comportam. Mas não saiam a trabalho, para fazer pesquisa de campo. Saiam para se divertir! E, enquanto se divertem, prestem atenção nos detalhes em derredor.

Só peço uma coisa: não façam como eu! Eu saio pra algum lugar pra me divertir, aí chega lá, pinta uma idéia e eu vou e chego no dono da casa, por exemplo: "Você pode me arrumar um lápis e uma folha pra eu escrever?". Aí fica todo mundo se divertindo e eu lá isolada num cantinho escrevendo. NÃO FAÇAM ISSO! Se pintar alguma idéia, guarde-a e deixe para desenvolvê-la em casa.

 

Que seus corações e suas mentes estejam em paz.

Muitas inspirações e não se esqueçam de ter uma vida social constante e saudável!

Beijos!

Acho que agora consegui

26 26UTC agosto 26UTC 2008

 Eu em anime, feito por mim.

 

Oi, galera!!!! Como vão as inspirações?

Acho que finalmente descobri como escrever do jeito que sempre quis, isto é, com narrativas maiores e dialógos menores.

É claro que ainda tenho que aperfeiçoar, mas toda grande caminhada começa com um pequeno passo.

Para um romance, ou melhor, para um livro, esta é a "receita": narrativas grandes e diálogos pequenos. Num, livro quem tem que contar a história é o narrador, e não os personagens.

Quem gosta de escrever diálogos grandes tem duas opções: ou tenta diminuir, como eu estou tentando fazer, ou então escrever telenovelas, filmes, séries ou peças, que são obras que geralmente não possuem narrador e quem conta a história são os personagens, através do diálogo. Mas há que se lembrar que todas estas obras, exceto a peça, também tem que ter narrativa, pois os diretores, cenógrafos, contra-regras e atores precisam ter uma base para poder criar e, no caso dos atores, interpretarem as cenas da maneira mais fiel à que existe na cabeça do autor. A peça, ao contrário, é praticamente só diálogo, porque não há possibilidade de ficar trocando de cenários o tempo todo..

Lute por seu sonho!!! Trabalhe constantemente para se aperfeiçoar e ser cada vez melhor!

Tenha consciência de que nós nunca sabemos de tudo. Não ache que você já chegou ao seu melhor. Se você achar que já está perfeito, você vai estagnar. Por isso, procure sempre ser melhor. Conhecimentos nunca são demais e são enriquecedores.

Você vai ver que o que você achava bom há cinco anos atrás, não era tão bom assim.

Nós somos eternos aprendizes!

Só quem sabe de tudo é Deus!

 

 

Fiquem em paz.

Escrevam bastante!

Beijos!

 

Vontade de desistir

21 21UTC agosto 21UTC 2008

Oi, gente! Tudo bem?

Eu estou aqui em mais uma crise de autodesconfiança…

Dá vontade de deixar de ser escritora, de querer se profissionalizar, de nunca mais pegar no lápis pra escrever nada!

A coisa que eu mais quero com escritora não é fazer sucesso, e sim ter autoconfiança, acreditar que sou capaz de botar todo o meu talento no papel.

Essas crises de auto desconfiança são arrasadores, fico totalmente deprê. Nesses dias nem se eu ganhasse o prêmio Nobel de Literatura, eu ficaria bem.

Eu procuro as respostas para resolver minhas dificuldades de escritora como por exemplo: aumentar as partes de narrativa e diminuir os diálogos, mas não encontro em lugar nenhum.

Isso é uma discriminação! Tem curso de desenho, de pintura, de bordado, de música, de escultura, mas não tem de escrita!

 

Espero que seus corações e sua mentes estejam em paz!

Boa quinta!

Muitas inspirações!

Beijos!

Guepardo ou tartaruga?

16 16UTC agosto 16UTC 2008

 Oi, gente! Como vocês estão? Espero que estejam em paz.

Estou agoniada!!! Estou escrevendo a reta final do romance. Mas estou tão apática. Quase não estou escrevendo.

Estou em dúvida: guepardo ou tartaruga?. Quer dizer, devo escrever de qualquer jeito para terminar logo ou ir com calma, escrevendo aos poucos?

O problema não é nem tanto a pressa. O pior é a apatia, que beira o desânimo.

Odeio quando isso acontece! Prefiro escrever demais do que de menos.

Espero que as coisas melhorem, pois o meu humor se reflete no meu texto.

Bom finfi pra vocês!!!!

Beijos!!!

Alimente a esperança

10 10UTC agosto 10UTC 2008

Atendendo a um pedido, estou publicando este conto meu. Espero que a pessoa e vocês gostem! Beijos!!!!

 

Um senhor, cabelos grisalhos e muitas rugas no rosto, olhava o mar, absorto. O senhor não escutava nada, a não ser o barulho do mar e das suas lembranças.
Lágrimas entrecortadas por soluços, este era o barulho que se ouvia bem perto dali.
O senhor voltou de suas lembranças, olhou ao redor. Ao ver a jovem chorando copiosamente, lembrou-se de um fato ocorrido naquela mesma praia cinqüenta anos atrás.
A passos lentos, aproximou-se da jovem. Olhou-a por alguns segundos, condoído. Sentiu algo tomar-lhe o peito, sentiu nitidamente a dor de outrora.
- Posso me sentar aqui? – perguntou.
- Pode.
- Eu estava ali observando você. Por que está chorando tanto?
A jovem olhou-o, surpresa. Ele lhe era totalmente estranho. Por que queria saber a razão do seu pranto? Mas ela não tinha forças para ser arrogante com o senhor que parecia sinceramente preocupado com ela.
- Daqui a alguns minutos um amigo meu vai se mudar para outro estado. A chance de eu revê-lo algum dia é mínima.
- Mas essa chance existe… – o senhor abaixou a cabeça e levou a mão aos olhos. – E se você tivesse certeza que nunca mais vai ver o seu amigo, que a chance de um possível reencontro é nula? – disse, tentando controlar a emoção.
- Eu não sei… Acho que eu morreria de tristeza.
- Não, você seria obrigada a seguir com a sua vida. Mesmo que às vezes você não se sentisse viva.
- Como assim? – inquiriu a jovem sem entender.
- A certeza de um “nunca mais” roubaria um pouco ou muito da sua vida, sua alegria de viver. Mas a vida estaria lá dia e noite a obrigando a tocar o barco. Faculdade, festas, outros amigos, amores, nada disso poderia parar. E você teria que se acostumar com o vazio.
A jovem o olhava sem saber o que dizer.
- Há cinqüenta anos eu tive que me acostumar com esse vazio – continuou o senhor.
- O que houve com seu amigo?
- Ele morreu. Aqui mesmo nessa praia. Naquela época éramos dois garotões que só queriam saber de curtir a vida. Éramos surfistas. Sempre que podíamos vínhamos surfar. Um dia de mar cheio, ele estava na melhor onda do dia quando sentiu uma câimbra e caiu da prancha. Ele não conseguia nadar e eu não consegui carregá-lo até a areia. Ele morreu afogado.
- Sinto muito.
- Naquele momento, senti todo o peso do “nunca mais”. Dias depois de sua morte eu estava no seu lugar, chorando. Foi a primeira vez que chorei copiosamente em público. Tive que me acostumar a viver minha vida sem o pedaço que ele levou. Nunca mais surfei desde aquele dia.
Depois de alguns segundos em silêncio, o senhor disse:
- Às vezes venho aqui e me recordo dos momentos que passamos juntos. Aqui sinto ele perto de mim. Não sei como explicar.
A jovem enxugou as lágrimas que escorreram-lhe pela face. Desta vez, chorava de emoção.
- Não chore. Não pegue minha dor pra você. Lembre-se: não mate a esperança. Enquanto ela existir, alimente-a, cuide bem dela. Mesmo que a possibilidade seja mínima, nunca deixe de sonhar com o reencontro. Eu reencontrei o meu amigo.
- Hã? Encontrou?
De repente, a jovem olhou ao redor e não viu mais o senhor. Sumiu como fumaça ou… como um fantasma. Ou seria um anjo que viera deixar uma esperança em seu coração?

Medo do não

Oi, galera!!!! Como está o domingo de vocês? Só agora o meu tá começando a melhorar.

Meu amigo Paulo Vitorasso mandou-me este texto e estou aqui para compartilhá-lo com vocês.

 

Certa vez, em uma revista de videogame, um redator disse que, pelo menos em teoria, não era difícil fazer um jogo de luta: juntando uns personagens loucos, seqüências de golpes e cenários de acordo, você já tinha alguma coisa.
Adaptando esse pensamento para a arte escrita, também é fácil escrever uma história: pelo menos dois personagens, uma ambientação e "algo para os personagens fazerem" e boa parte do caminho já está percorrido. O que as pessoas não entendem é: tá legal, seguindo essa fórmula, é fácil escrever, mas escrever algo que faça sentido, seja envolvente e principalmente, que não tenha erros, isso é outra história. Literalmente!
Quem optar por ganhar dinheiro com a escrita deve seguir essa fórmula pré-estabelecida e ainda acrescentar o fator pesquisa, pois nada pior do que ler algo que você identifica erros. Mas entre o livro pronto (vamos nos apegar a esse formato) e a gráfica/editora e conseqüentemente a grana, existe uma peça fundamental, só que essa peça é adorada por muitos e odiada por tantos outros: o editor!
O editor (ou editora, se de repente for uma mulher) é a pessoa que vai ler toda a sua obra e provavelmente a devolverá com marcações do tipo: "tirar isso", "mudar isso para …", "reduzir essa parte"… mas nem sempre o editor sabe escrever (escrever, nesse caso, nada tem a ver com analfabetismo, e sim com falta de talento), e como ter sua obra julgada por um cara que nem sempre sabe escrever? Será por isso que ele virou editor, e não escritor?
Mas se o editor é o cara que vai ajudar o escritor, por que tantos odeiam ele?
E a resposta é muito simples: em geral, escritores tendem a se orgulhar (muito) de cada idéia, cada palavra, ou mesmo de cada letra colocada no papel. Mas o editor-pessoa está subordinado à editora-empresa, essa que em 90% dos casos não tem exatamente o intuito de ajudar jovens carreiras promissoras, mas tem - e muito - o intuito de ganhar dinheiro.
Essa realidade faz com que muitos escritores (e quando eu digo muitos, realmente são muitos) optem por não mandar sua obra para alguma editora, e nessa algumas obras (que até poderiam ser obra-prima da literatura) acabam no anonimato, ou então em formatos alternativos como a internet.

 

Minha colaboração

O medo de mandar um trabalho para uma editora é inerente a todos os escritores amadores. Como eles não sabem se seu estilo vai agradar a massa, eles têm medo de dar este passo tão sério. Afinal, "não" é uma palavra que ninguém gosta de ouvir, principalmente no que concerne a realização de seus sonhos. E, cada “não” recebido, pode representar um passo em direção a desistência dos mesmos.
“Será que o editor vai gostar?”, “Será que ele vai querer tirar alguma coisa?”, “Será que o meu livro vai ser publicado?” – estes são os questionamentos que habitam a mente dos escritores amadores. Mas muitas vezes o medo é tão grande que as pessoas guardam o livro em uma gaveta e a sociedade acaba perdendo uma obra maravilhosa simplesmente porque o escritor queria poupar seus ouvidos de uma palavrinha de apenas três palavras: não.
Vamos parar para pensar um pouco. De que adianta ter um dom maravilhoso como este, se o guardamos só para nós? Deus nos deu este dom para que nós o usássemos, e para que este dom desse sua parcela de contribuição para o melhoramento da sociedade. Assim como os cientistas devem usar seus conhecimentos para ajudar as outras pessoas, nós, os escritores, devemos fazer o mesmo.
Existe aquela frase: “Quem espera sempre alcança”. Mas vá ficar numa rede esperando um editor descobrir o seu talento para ver o que acontece. Se quisermos alguma coisa, temos que lutar para consegui-la. Se você quiser ter um livro publicado por uma editora, então não tem outro jeito: você vai ter que mandá-lo para a mesma. Se vier um “não” como resposta, vai doer muito, eu sei. Mas é melhor a dor de saber que seu livro não vai ser publicado do que a frustração – mais tarde – de saber que você tinha chance de publicá-lo, mas não o fez porque teve medo de mandar o livro pra editora.
Então, gente, arrisquem-se! Quem não arrisca, não petisca. A felicidade não vai bater à nossa porta, nós é que temos que bater na porta dela.

 

Espero que esta semana venha repleta de inspirações para todos nós!

Beijos!!!

Nacionais x Internacionais

9 09UTC agosto 09UTC 2008

Oi, galera!!!!!!!! Tudo bem? Muitas inspirações? Eu vinha no ônibus pensando e decidi escrever este post. Bom finfi!!!

 

Código da Vinci, O Caçador de Pipas, Harry Potter, eis alguns dos livros mais vendidos da atualidade.

Aa livrarias estão cheias de livros importados. Uma boa parte deles vende como água no deserto.

Por que os brasileiros veneram tanto os escritores internacionais?

Se você perguntar, os últimos lançamentos internacionais estão na ponta da nossa  lingua. Agora os nacionais, ninguém sabe o nome de um. Aliás, sabemos o nome de um: O Vencedor Está Só, do escritor Paulo Coelho. Mas e os outros livros nacionais que foram lançados recentemente, alguém sabe?

Nós nem sabemos os nomes dos escritores brasileiros, só os mais antigos tipo: Machado de Assis, Jorge Amado, etc.

O que os escritores estrangeiros têm que nós não temos? Será que eles são realmente excepcionais ou nós que somos acomodados?

Sinceramente? Os dois. Eles são excepcionais e nós, tirando algumas exceções, somos acomodados. Eles são excepcionais porque estudam, se esforçam e procuram ser cada vez melhores. E nós? Nós nos deixamos acomodar pelo fato de que as editoras dão muita abertura a eles por serem melhores e ficamos no nível em que estamos.

Gente, nós precisamos mudar isso. Temos que buscar o aperfeiçoamento para escrevermos obras melhores e temos condições de competir pau a pau com os livros internacionais.

Vale salientar que não estou propondo uma guerrinha entre escritores nacionais e internacionais. Porque, mais do que a outras pessoas, o nosso aperfeiçoamente vai ajudar a nós mesmos. Vamos escrever coisas melhores, vamos ficar mais felizes, vamos nos sentir mais realizados e as chances de sucesso vão aumentar consideravelmente.

Não devemos nos melhorar só para dizermos que somos melhores do que os outros, mas para fazermos o nosso trabalho bem feito.

Por isso, estudem, pratiquem, se esforcem para ser cada vez melhores.

Vamos mostrar aos brasileiros e aos estrangeiros que nós podemos ter o mesmo gabarito de um Dan Brown, por exemplo.

 

Fiquem com Deus.

Escrevam muito!

Feliz dia dos pais, pra quem for pai!!!

Beijos!

Dizer adeus

5 05UTC agosto 05UTC 2008

Ai, gente, é muito difícil dizer adeus, né?

O término de um romance (livro) sempre nos deixa triste.

Eu me apeguei tanto aos protagonistas do meu romance atual que agora está sendo difícil dizer adeus.

Já estou na reta final do livro e cada palavra, cada frase, me faz ficar mais perto do fim.

Isso nunca tinha acontecido comigo. Acho que porque nunca tinha me envolvido emocionalmente tanto quanto com a história da Tize.

Eu sei que outras personagens e outras histórias virão e também me farão muito feliz. Mas por enquanto só possuo a saudade antecipada destes personagens que já conheço.

Estou me esforçando para me despedir da Tize com alegria. Está sendo uma luta difícil, mas se Deus quiser, vou sair desta com êxito!!!

 

E vocês?

Escrevendo muito???

Uma chuva de inspirações para vocês!!!!!!

Fiquem em paz!
Beijos!!!

Pretensão

3 03UTC agosto 03UTC 2008

"Eu acho que ficaria bom assim", "Não, vai ficar melhor assim", "Eu acho que você deveria botar isso", "Na minha opinião, deveria ter aquilo" - as opiniões são as mais divergentes possíveis, pois cada pessoa tem seus próprios gostos e se emociona com coisas diferentes. Mas você deve escrever aquilo que você gosta e não o que as pessoas querem que você escreva.

Os escritores inexperientes tentam encaixar em suas obras todas as sugestões que recebem dos seus conhecidos, querendo agradar a todo mundo. Eles fazem isso porque querem agradar a massa e angariar o maior número de admiradores e fãs possível. Só que muitas vezes eles acabam se perdendo ou então se frustrando. Na tentativa de agradar a todo mundo, eles acabam não agradando ninguém, nem a si próprios, pois muitas vezes acabam escrevendo uma coisa totalmente diferente da que eles queriam escrever.

Um escritor deve trabalhar com o coração, isto é, deve escrever coisas que toquem seu coração de alguma forma. As sugestões e opiniões dos outros são importantes e devem ser ouvidas, mas não precisa encaixá-las todas na sua história. Pegue apenas aquelas que tocarem você.

Não tenha a pretensão de agradar todo mundo, pois ninguém neste mundo consegue tal feito. Você pode agradar a muitos, mas a todos não. Sempre existirá alguém que não gostará do seu trabalho. Portanto, escreva do jeito que você quiser e gostar. Se quiser pegar algumas sugestões de amigos, pegue. Mas lembre-se: escreva o que você quer e não o que a outra pessoa quer.

Você deve se esforçar para angariar fãs sim, mas deve ter consciência de que não conseguirá agradar todo mundo.

Faça seu trabalho bem-feito e com emoção e conquistará muitos fãs. Algumas pessoas não vão gostar do seu trabalho. Mas fazer o quê? A única coisa que podemos fazer é respeitá-las.

 

Fiquem em paz!

Escrevam muito!

Boa semana!!!!

Beijos!!!!!!!!!!!!

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://escritoraonline.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.